terça-feira, 27 de novembro de 2012

Feira livre da Olegário Maciel em Barbacena pede socorro!

A feira livre de Barbacena é um patrimônio da cidade. Nela os consumidores tem a oportunidade de comprar: frutas, legumes, verduras, queijos, café, biscoitos, flores etc., tudo de ótima qualidade e a preços módicos. E ainda pode se comer um churrasquinho, encontrar e fazer amigos.  É sem dúvida um ambiente agradável.  A feira livre em Barbacena já esteve instalada em vários logradouros, como: Av. Bias Fortes, Praça do Rosário, Rua Francisco Sá, Praça Conde de Prados e no Ceasa, próximo a BR-040. Atualmente são realizadas duas vezes por semana, aos sábados na Av. Irmã Paula e aos domingos na Av. Olegário Maciel.  Na Av. Irmã Paula está muito bem acomodada, pois, a avenida é central, larga, oferece boa pavimentação e não é difícil área para estacionamento de veículos.  Já a Olegário Maciel, é uma avenida estreita, com pouca área de estacionamento, pavimentação e escoamento pluvial precário. No último domingo chuvoso (25) vi a dificuldade em se fazer compras na Olegário Maciel, devido ao alagamento da via. Os feirantes reclamaram e amargaram um prejuízo. Os consumidores se chatearam e ficaram com os calçados encharcados pela enxurrada que se espalhou por toda avenida. O descontentamento dos feirantes e consumidores era grande. Penso que está na hora de todos se sentarem, tendo em vista o crescimento da cidade, para discutir opções inteligentes, seja, mudança de local ou melhoria da avenida ou quem sabe, uma opção mais ousada de se criar um mercado municipal.

Ricardo Cesar

3 comentários:

  1. Aqui em Lafa também é a mesma coisa com os ambulantes debaixo do viaduto. Fato!

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  2. Já passou da hora de termos um mercado municipal. Acho absurdo a sujeira que fica na rua após a saida dos feirantes. Até o serviço de limpeza urbana dar conta de limpar para liberação do transito,já passou mais de duas horas.

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  3. Mercado Municipal com certeza seria a melhor alternativa e não creio seja tão difícil não. Um terreno doado e uma parceria com o Sind. Rural alugando os espaços e se construiria o galpão.

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