segunda-feira, 18 de agosto de 2014

TUDO É FUGAZ

Assim como a vida, a morte vem para todos e não sabemos o dia e a hora. Toda morte vem acompanhada de muita dor e no caso de pessoas públicas sempre há grande comoção, entretanto, quando essas morrem durante momentos especiais de suas vidas, também traz tamanha tristeza e dependendo da situação, decepção. Foi o acaso de Tancredo Neves há 29 anos, quando adoeceu e submeteu-se a uma cirurgia de emergência, um dia antes da posse de Presidente da República marcada para o dia 15 de março de 1985. Depois de 38 dias internado, Tancredo Neves, que era mineiro de São João Del Rey e eleito pelo voto direto, faleceu aos 75 anos deixando para trás seu sonho de governar o país mudando todo o rumo da história. A tragédia com o candidato à presidência da república, Eduardo Campos, terceiro colocado nas intenções de votos da eleição presidencial de 2014, faz novamente o povo ver a morte de um político que deixa para trás um sonho, desta vez o de disputar o cargo executivo mais importante do país, e que certamente também mudará o rumo da história, pois, Eduardo Campos era um jovem político de futuro promissor. Ambos os casos inéditos e trágicos de nossa história política e todas as mortes sejam de pessoas públicas ou não, nos faz refletir quão fugaz é nossa vida. E diante dessa fugacidade nos resta viver enquanto é tempo, antes que chegue o fim. Tudo é fugaz!

Ricardo Cesar 

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